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Discutindo sobre infâncias


V SEMINÁRIO NACIONAL DE PEDAGOGIA UNIVERSITÁRIA
UNISINOS- PRONEX - Ries
Educação Superior: desafios e perspectivas dos grupos de pesquisa no contexto acadêmico

14 a 16 de maio de 2007

Entre os dias 14 e 16 de maio, a Unisinos será sede da 5ª edição do Seminário de Pedagogia Universitária. O evento, realizado no Auditório Central da universidade, busca fomentar uma reflexão sobre a produção do conhecimento no campo da educação superior numa dimensão coletiva e solidária. A proposta é realizar a caracterização dos Grupos de Pesquisa que vêm produzindo conhecimentos no campo da pedagogia universitária, incluindo focos de interesse, bases teóricas, vinculações institucionais, capacidade formativa e articulações nacionais e internacionais.

Além disso, o Seminário analisa o funcionamento dos Grupos de Pesquisa como base da pós-graduação e como estratégia de formação, incluindo seus desafios e avanços. Também identifica as iniciativas de redes de pesquisadores como alternativa solidária de produção científica e de formação de quadros para a pesquisa e expansão do conhecimento.

Objetivos
* Socializar conhecimentos no âmbito da Pedagogia Universitária.
* Refletir sobre os grupos de pesquisa como estruturantes da produção do conhecimento em educação.

Programação
14 de maio
16h credenciamento dos participantes
17h Abertura
18h Conferência: A pedagogia universitária no contexto da produção de conhecimento no Brasil
Profa. Dra. Bernadete Gatti
Jantar de confraternização
15 de maio
9h Painel: Grupos de Pesquisa como eixo da produção do conhecimento na universidade.
Painelistas:
Dra. Maria Célia Marcondes de Moraes Dra. Marilia Morosini
Dr. Nilton Bueno Fischer
Dra. Carolina Sousa
14 horas: Seminário dos Grupos: Apresentação das experiências dos diferentes Grupos, por eixos temáticos.
16 de maio
9 horas: Seminário dos Grupos: Apresentação das experiências dos diferentes Grupos, por eixos temáticos.
14h: Painel: Pedagogia universitária e desafios para a pesquisa: qualidade e avaliação da educação superior
Painelistas:
Dra. Elisa Lucarelli
Dr. Robert Verhine
Dra. Emilia Freitas Lima

Inscrições:
As inscrições dos Grupos de Pesquisa podem ser realizadas até 27 de abril. Já os pesquisadores e estudantes podem se inscrever no evento até 4 de maio.
Investimento
Estudantes: R$ 20,00
Pesquisadores e outros interessados: R$40,00

Coordenação geral: Profª Drª Maria Isabel da Cunha
Coordenação Executiva: Profª Drª Cecília Broilo





Escrito por Daisy às 14h58
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PALESTRA

Ao redor da Mesa Grande
comTeresa Vasconcelos


Professora Coordenadora na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa, Portugal, onde presidiu Assembléia de Representantes e o Departamento de Formação em Educação de Infância.


DATA: 5 de março de 2007

HORÁRIO: 14 h

LOCAL: Faculdade de Educação - UFRGS
Sala 101

ENDEREÇO: Paulo da Gama,110
Entrada gratuita

Organizadores:
Fórum Gaúcho de Educação Infantil
Grupo de Estudos em Educação Infantil da FACED/UFRGS
Conselho Municipal de Educação de Porto Alegre

Escrito por Daisy às 19h52
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A professora Leni Vieira Dornelles criou o termo "Ciberinfância", que pode ser aprofundado nos seguintes meios:

  • DORNELLES, Leni Viera. Infâncias que nos escapam: da criança de rua à criança cyber. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.

 

 

  • Objeto de Aprendizagem "Ciberinfância" desenvolvido dentro do projeto Produzindo Professores de Educação Infantil para a Educação à Distância e a Cibercultura, do qual participei: http://homer.nuted.edu.ufrgs.br/ciberinfancia/

Aproveite!



Escrito por Daisy às 16h23
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Eu, Daisy Schneider, e a profª. Drª. Leni Vieira Dornelles participamos do 2º Salão de EAD da Universidade Federal do Rio Grande do Sul com o projeto Produzindo Professores de Educação Infantil para a Educação à Distância e a Cibercultura.

Acesse a página do evento em: http://www.ufrgs.br/sead/salao2/index.htm

Acesse o vídeo em: http://virgo.pop-rs.rnp.br/teleduc/Leni_Dornelles/rnhigh.ram

OBS: Para ver as apresentações, é necessário o Real One Player e, para fazer o download desse programa, clique na figura ao lado.



Escrito por Daisy às 15h04
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Para quem se interessar:

Processo Seletivo para Ingresso na Graduação do Curso de Licenciatura em Pedagogia: Anos Iniciais do Ensino Fundamental, na Modalidade de Ensino a Distância na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

RESULTADOS DO CONCURSO

Novo Chamamento (24/8)

Acesse: http://www.ufrgs.br/coperse/ead/index.htm

 Boa sorte!



Escrito por Daisy às 14h59
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Hoje, 13/12/2005, encerra-se a disciplina Seminário Avançado: Infância e Pedagogias de Educação Infantil. Foi muito legal, ajudou bastante na minha proposta de dissertação de Mestrado pelo PPGEdu/UFRGS, pude pensar sobre minha prática, ouvir minhas colegas, amadurecer idéias, construir novas, conhecer sobre aspectos não vistos na graduação, enfim, foi super importante. Gostei de fazer este blog. Ele foi processual, ou seja, não o fiz no final da disciplina, mas sim ao longo da mesma e exigiu que eu lesse os textos (hehehehe), elaborasse uma opinião ou ligasse à prática. Serve da mesma forma que um diário de bordo de ambientes virtuais, pois tem o intuito de ser um espaço de reflexão sobre o processo de aprendizagem durante a disciplina e como uma auto-avaliação e avaliação desta ao final. Como portfólio é também bastante interessante. Fiz pensando nas colegas, para que pudessem acessar reportagens que encontrei, links de textos, revistas, sites infantis, etc. Acho que é uma idéia legal e pode ser aproveitada para os próximos semestres.

 

E tudo de bom para você! Um Natal, um Ano novo e um 2006 muuuito alegre, cheio de saúde, paz, prosperidade, realizações pessoais e profissionais, bom senso, bom humor e tranqüilidade!!!

Aproveite!

Tenha um Bom descanso!

Um grande abraço



Escrito por Daisy às 13h19
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Aula 13 - 6/12

A penúltima aula destinou-se às apresentações dos portfólios



Escrito por Daisy às 13h06
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Aula 12 - continuando...

Cap. 11 - Características da infância: diário de uma criança por Donatella Giovannini.

-> Diário como livro da vida na creche e na pré-escola.

-> Compor o diário em uma caixa para colocar anotações, trabalhos até mesmo tridimensionais (não consigo imaginar como fazer isto...), caderno para pais e profs. registrarem suas anotações sobre o desenvolvimento da criança.

-> como despedida, finalização de uma fase, período.

-> Eu fiquei pensando nas tecnologias... O blog é um diário virtual que podemos utilizar, assim como os ambientes virtuais de aprendizagem que possuem diário podem ser um lugar interessante de documentar com as crianças na escola com ajuda da professora e em casa com ajuda dos pais, se possuem este recurso. Ainda, este instrumento pode servir para o acompanhamento dos projetos, atividades da criança na escola pelos pais e pelas próprias crianças. Pode-se ter momentos em grupo para divulgar, mostrar, contar os projetos e visitá-los.

Documentação Pedagógica: uma prática para a reflexão e para a democracia. In: DAHLBERG, Gunilla; MOSS, Peter; PENCE, Alan. Qualidade na Educação da Primeira Infância: perspectivas pós-modernas. Porto Alegre: Artmed, 2003.

*atividade pedagógica é uma construção social; crianças, professores e instituição são entendidos como constituídos através da linguagem.

*a mudança, a reflexão são vitais.

*criação de um espaço de discussão na instituição.

*os autores comentam sobre teorias pedagógicas como as de Köhler. Fiquei pensando que falta na pedagogia ver, por incrível que pareça, mais teorias pedagógicas e teóricos da pedagogia em si.

*na documentação é importante: construir nossos próprios significados e chegar às nossas próprias decisões sobre o que está acontecendo (p. 191).

*fala-se em entender a criança sem qualquer estrutura pré-determinada de expectativas e normas. Concordo que isso pode sobrecarregar a criança, que existem escolas, ou somente professores e ainda os pais, os quais sobrecarregam a criança com desejos de realizações, produções, atividades, etc. Entretanto, para avaliar, para intervir, são necessários alguns parâmetros, uma noção sobre o desenvolvimento infantil para que também não seja 8 ou 80. Isso também é respeitar a criança, pois tu estás orientando-a, não estás deixando a ver navios, como diziam naquela novela "jogada no vento".

*pedagogos são participantes do processo de documentação. Na verdade, a documentação pedagógica deve ter a participação de todos os atores envolvidos no processo: professores, pais e crianças, sem uma ordem de importância, pois todos são importantes.

*contextualizar o documento, sistematizá-lo, produzir conhecimentos através dele, questionando, refletindo, tomando consciência das ações pedagógicas, do fazer pedagógico, etc.

*documentação como fórum de discussão.

*não concordei com o que diz na p. 196 sobre o construtivismo, " que assume que a pedagoga tem o direito e o conhecimento verdadeiro, que ela deve estabelecer antes de as crianças terem  a oportunidade de explorar suas próprias hipóteses".
Pelo contrário, o construtivismo, é só lembrar o método clínico piagetiano, trabalha com as hipóteses das crianças, parte dela. Um trabalho com projetos, por exemplo, que trabalha em cima do que as crianças sabem, o que elas querem saber mais e o que descobriram não é baseado em uma verdade da professora, mas nas pesquisas, descobertas e construções coletivas das crianças. Acho que fizeram este comentário, sem conhecer mais a fundo a teoria de Jean Piaget, em que geralmente se baseiam os construtivistas na pedagogia, visto que a Epistemologia Genética não é uma teoria pedagógica, mas do/sobre o conhecer.



Escrito por Daisy às 13h04
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Aulas 12 - 29/11

EDWARDS, Carolyn; GANDINI, Lella. Bambini: a abordagem italiana à educação. Porto Alegre: Artmed, 2002.

Cap. 10 - Duas reflexões sobre documentação por Lella Gandini e Jeanne Goldhaber.

-> Lendo o texto, lembrei da falta que sentíamos em filmar certos momentos da turma, especialmente das brincadeiras e das peças de teatro deles (com texto, direção, etc., criados pelas crianças); espaços para exposição adequada de argilas e construção com sucata, pois não tínhamos um móvel (mesa, módulo, ou algo assim) para colocá-las sem amontoar...

-> Pensei no blog como uma opção de documentação contínua e processual da aprendizagem e, até mesmo, das atividades de sala e que pode estar disponível para toda a comunidade escolar. É mais trabalhoso com certeza, mas é importante e significativo para o processo de aprendizagem de crianças e professores.

-> Pensando na minha prática, acho que faltava pensar, produzir mais sobre documentação. Eu fazia uma tentativa de trazer meu colega para escrever comigo, mas não havia muito interesse ou disposição. Então, eu tinha que fazer esse trabalho sozinha, assim como de documentar falas, títulos dados, etc., nos trabalhos realizados pelas crianças.

-> A rotina na instituição é tão corrida, pois tem a "hora do lanche", aula de educação física, a roda, as atividades, um momento livre na sala, no pátio, ainda se preocupar com a hora da limpeza. Tudo isso dificulta o processo de documentação, porque exigem a presença dos dois professores ou porque não é possível utilizar a sala, etc. Para realizar a documentação é preciso o apoio do colega de sala.
Isso deveria ser repensado nas instituições de educação infantil, especialmente, em relação a essa parceria, que também deveria se dar com a coordenação pedagógica. ESta influencia tb nesse clima: de correria, de angústia, de inquietação ou de tranqüilidade, de trabalho realizado com mais calma, mais cuidado, etc.

-> ainda as autoras comentam sobre o planejamento ser flexível, discutir os documentos gerados com as crianças e outros professores. No caso das crianças, estas se sentirão mais valorizadas nas suas produções e poderão fazer um exercício de memória em relação aos documentos.

->comunicação às famílias. Na reunião pedagógica que fizemos, contamos toda a trajetória do semestre, apresentamos o trabalho embasado teoricamente, com argumentos, objetivos e justificativas, colocamos nas paredes trabalhos e fotos, e na tv fomos passando os slides de fotos com a câmera digital, assim como mostramos outros materiais produzidos no semestre. Os pais elogiaram muito, ficaram satisfeitos, pediram para que fosse sempre feito assim, sentiram-se seguros quanto ao trabalho realizado.

-> as autoras comentam que a instituição pode dar notícias à comunidade através da documentação.

-> Abordam também a documentação para investigação:
 *formulando perguntas
 *observando, registrando e coletando instrumentos
 *organizando as observações e instrumentos
 *reformulando perguntas
 *analisando observações e instrumentos para construção de teorias
 *planejando, projetando e repondendo ao problema de pesquisa de agora e futuro

-> Referenciar as bibliografias, tê-las como apoio

-> Tempo para documentar tanto para as crianças, como para os professores

-> A documentação exige espaço, recursos materiais, comprometimento, curiosidade e dedicação.



Escrito por Daisy às 13h03
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Aula 11 - 22/11

NEW, Rebecca. Quando c'e è figli (Quando se tem filhos): observações sobre a primeira infância na Itália. In: EDWARDS, Carolyn; GANDINI, Lella. Bambini: a abordagem italiana à educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2002. P. 229-245.

-Educação e cuidado das crianças -> responsabilidade scial da família e da sociedade.
-Cada lugar tem seu modo de compreender e de agir quanto á educação e ao cuidado das crianças desde alimentação, choro, etc.
-Cuidado nas pesquisas antropológicas com a visão etnocêntrica.
-Necessidade do distanciamento do pesquisador diante dos seus dados.
-Ênfase do programa fr Reggio Emilia no papel do ambiente, nas múltiplas linguagens simbólicas das crianças, e sua complexa abordagem do currículo, em forma de projetos de longo prazo e sem um prazo definido para culminar (p. 235).
-"É através da interação com os outros - sendo parte integrante de um grupo - que se ganha senso de identidade pessoal" (p. 236).
-importância da formação em serviço.
-os adultos colaboram com as crianças na Itália.

______________________________________________________

Entrevista de Loris Malaguzzi. História, idéias e filosofia básica. In: EDWARDS, Carolyn; GANDINI, Lella; FORMAN, George. As Cem Linguagens da Criança: a abordagem de Reggio Emilia na Educação da Primeira Infância. Porto Alegre: Artmed, 1999. P. 59-104.

Aspectos destacados:

- "as coisas relativas às crianças e para as crianças somente são aprendidas através das próprias crianças" (p. 61) ->princípio orientador do trabalho inicial.
-ensinar e aprender.
-a escola precisa descobrir sua própria identidade cultural, conquistar confiança e respeito.
-lutar e valorizar o trabalho pedagógico nas ecolas.
-"manter uma prontidão para mudar pontos de vista, de modo a jamais termos certezas demasiadas" (p. 62).
-"bom senso coletivo".
-superação; argumentação sobre base teórica; acreditar; "levar a sério".
"É importante, para a pedagogia, não ser prisioneira de demasiada certeza, mas ao invés disso, estar consciente tanto da relatividade de seus poderes quanto das dificuldades de se traduzir seus ideais em prática" (p. 69).
-"(...) mesmo as crianças mais jovens são seres sociais. Elas são predispostos; elas possuem desde o nascimento a propensão para formar vínculos significativos com outros responsáveis por seus condados, além de seus pais (que não perdem, portanto, suas responsabilidades e prerrogativas especiais)" (p. 72)
-organização do ambiente - "em toda a escola, as paredes (...) documentam" (p. 73).
-pesquisas na escola.
-"no nível prático, devemos manter e reinventar continuamente nossa rede de comunicação e encontros" (p. 75).
-recursos para aprender.
-"uma vez que as crianças sejam auxiliadas (...) explodem" (p. 76) - quanto ao aprender, à curiosiade, etc.
-"O objetivo da educação é aumentar as possibilidades para que a criança invente e descubra. As palavras não devem ser usadas como um atalho para o conhecimento. Como Piaget, concordamos que o objetivo do ensino é oferecer condições para a aprendizagem" (p. 93).

Site Província de Reggio Emilia (em italiano):http://www.provincia.re.it/

Portal da Escola Reggiana: http://scuola.pianotelematico.re.it/portal/page?_pageid=154,70898&_dad=portal&_schema=PORTAL

Site Reggio Children (em inglês): http://zerosei.comune.re.it/inter/reggiochildren.htm

 




Escrito por Daisy às 15h22
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Aula 10 - 8/11/2005

Não consegui fazer a leitura destes textos, mas achei super legal o trabalho da Escola da Ponte, que vimos através do vídeo em aula.

No vídeo e nas falas em aula, apareceram os seguinets apontamentos:

*promover autonomia e solidariedade;
*o projeto da escola ´de uma viida coletiva;
*existem assembléias;
*crianças são pessoas com direitos humanos;
*aprendem a trabalhar em grupo;
*o planejamento é compartilhado;
*procura-se estabelecer uma relação estável entre as crianças;
*procura-se que se trabalhe não com o instituído, mas o instituinte, ou seja, que é possível modificar;
*defende-se a escola de tempo integral (9h às 16h);
*discute-se projetos, conflitos, etc., pelas crianças nas assembléias;
*aprender sobre "gestão": gestão da vida, das atividades, da escola. É preciso prestar contas a cada 15 dias na assembléia;
*faixa etária atendida: 6 a 12 anos;
*as crianças fazem uma programação quinzenal e desta uma semanal (como vão operacionalizar isso diariamente);
*não há divisão por disciplinas até os 12 anos;
*não tem uma sala demarcada para cada grupo;
*escola aberta à comunidade, o que exige, de certa forma, a participação dos pais nas festas, reuniões e outros eventos da escola;
*as crianças dizem como e o que querem estudar;
*pequenos e grande grupos;
*momentos de avaliação como momento de aprendizagem;
*todos os dias se avalia;
*incentiva-se as crianças a se ajudarem;
*na assembléia semanal as crianças trazem relatórios de suas atividades;
*os alunos são preparados NA cidadania e não só PARA  a cidadania.

Esses aspectos perpassaram toda a disciplina através dos textos, falas da professora e dos colegas. É fundamental que estas práticas pedagógicas sejam discutidas e seria muito importante que, cada uma de nós alunas da mesma, possamos levar essas discussões às instituições nas quais trabalhamos, especialmente quanto à cidadania e à participação das crianças como nas assembléias da Escola da Ponte.


 



Escrito por Daisy às 15h06
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Aula 1/11/2005 - continuação

Livro: GANDINI, Lella; EDWARDS, Carolyn (Orgs.). Bambini: a abordagem italiana à Educação Infantil. trad. BURGUÑO, Daniel Etcheverry. Porto Alegre: Artmed, 2002. 263 p.

CAP. 3 - GHEDINI, Patrizia. Mudanças na política nacional italiana para as crianças de 0 a 3 anos de idade e suas famílias: direitos e responsabilidades.

Aspectos destacados:

*pressão sobre os níveis institucional, legislativo e cultural quanto a paridade entre os sexos nos casamentos, nas oportunidades na vida política, social, cultural, etc.
*mudança do perfil das famílias italianas: média de 1 ou 2 filhos; os pais só têm filhos quando estabilizados financeiramente, o que ocorre com uma idade mais avançada que antigamente; famílias fragmentadas (com mãe, mas sem pai ou vice-versa); *maior expectativa de  vida e, assim, maior participação dos avós na educação das crianças; famílias de imigrantes com filhos pequenos.
*mudanças nas políticas italianas para infânca através das reformas institucionais:
 -descentralziação da gestão (para a localidade e dividida entre instituições públicas, os cidadãos e empresas privadas)
 -reavaliação da administração dos custos


 -Princípios das reformas:
  #a política relativa aos serviços sociais deve ser redefinida tendo em vista os direitos de cidadania de todas as crianças;
  #as repostas às necessidades sociais deve ser dada em nível local e de forma mais variada, flexível e individualizada;
  #maior eficiência na coordenação das entidades públicas e privadas em relação aos seus recursos humanos e financeiros; participação da população;
  #sistema público: com objetivos, diretrizes, padrões organizacionais, indicadores de qualidade, sistemas de avaliação e de regulação claros.


*Direitos a serem levados em conta que devem ser fundamento quando pensamos e estruturamos investimentos sociais:

 -direitos das crianças e da infância;
 -direitos dos pais (isto não é contrário ao primeiro);
 -direitos dos professores.

-> deve-se visar uma interdependência entre os três.
*uma ênfase interessante na nova legislação apresentada no cap. 3 é a da formação dos professores e coordenadores pedagógicos. Ah, se aqui fosse assim... A Década da Educação a partir da LDB vai acabar e muitos são os profissionais sem formação nas instituições, principalmente de Educação Infantil. Como na Itália, teríamos que ter uma organização maior e partir de dentro das comunidades escolares, pq de outro modo será difícil provocar uma mudança significativa. A exigência de uma formação em serviço poderia ser a primeira ação nesse sentido.

CAP. 16 - GANDINI, Lella; EDWARDS, Carolyn. Conclusões até este moment, perguntas e diretrizes para o futuro.

Aspectos destacados:

*Foco no processo e não nos resultados ou produtos da relação educativa e da aprendizagem.
*Discussão e debates conscientes, constantes.
*Formação de professores em serviço.
*Participação das famílias - parcerias.
*Vida em grupo como foco das experiências das crianças na creche.
*Acompanhamento - documentação do processo.
*Educação de todos na creche e não separadamente "educação especial", "de talentos", etc.. Inclusão de todos os tipos de serviços e de todos os participantes.
*Definições de qualidade no cuidado de crianças na primeira infância:

 -imagens do sistema e acessibilidade por parte das famílias.
 -ambiente e espaço como estímulo e recurso.
 -atividades, materiais e objetos para as crianças.
 -um sistema de relacionamentos.
 -trabalho educacional: coleguismo, profissionalismo e trabalho pedagógico.
 -a documentação como forma de comunicação e avaliação.
 -o relacionamento com os pais e a participação da família.
 -continuidade, conexão com outros serviços e inclusão da diversidade.
 -equilíbrio entre custos e benefícios.

Acho que tudo isso perpassou outras leituras e discussões em sala de aula e é, me parece, o que o grupo de colegas acredita. Isso é muito bom.



Escrito por Daisy às 14h55
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Divulgando a cultura científica
06/12/2005 

Pesquisador da UFBA analisa os efeitos do trabalho sobre a saúde mental de professores da rede municipal (foto: USP)
Notícias

Aulas estressantes


01/12/2005

Por Thiago Romero

Agência FAPESP - O trabalho docente pode levar a pequenos distúrbios psíquicos. Essa foi a conclusão de um estudo que acaba de ser publicado nos Cadernos de Saúde Pública, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O autor da pesquisa, Eduardo José Reis, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), trabalhou com uma amostra de 808 docentes da rede municipal de Vitória da Conquista (BA). O estudo apontou que 56% dos professores apresentaram distúrbios psíquicos classificados como “menores”.

“Apesar de não ser um quadro psiquiátrico já instalado, como uma neurose ou uma psicose, os distúrbios psíquicos ‘menores’ são manifestações que podem ser passageiras, mas que também podem se tornar bem mais graves”, explicou Reis à Agência FAPESP. “De qualquer forma, não deixa de ser um distúrbio que expressa um sofrimento acompanhado de uma sensação de frustração.”

Do total de 808 professores que responderam ao questionário preparado pelo pesquisador, 78% relataram sentir nervosismo, tensão e preocupação constantes, 60% disseram levar sustos com facilidade, 59% reclamaram de dores no estômago, 52% de dores de cabeça freqüentes e 49% contaram estar deprimidos ou tristes.

“Vários fatores podem explicar esse estresse, entre eles a jornada de trabalho extensa, o acúmulo de funções, o excesso de cobrança por parte dos alunos e a chegada do fim do ano, período em que os professores ficam mais saturados”, aponta Reis. O tempo médio de trabalho dos professores analisados foi de 10,4 anos.

O questionário incluiu perguntas sobre o estado sociodemográfico dos professores (renda, idade, sexo e situação conjugal), hábitos saudáveis (prática de atividade física e de lazer), aspectos do trabalho docente (horas semanais trabalhadas e número de turmas e alunos) e atividades domésticas (número de habitantes na casa, responsabilidade sobre os filhos e volume de atividades domésticas).

Para ler o artigo Trabalho e distúrbios psíquicos em professores da rede municipal de Vitória da Conquista, na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui.

Disponível em: http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?data%5bid_materia_boletim%5d=4702. Acesso em: 06 dez. 2005.


Escrito por Daisy às 14h41
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DE OLHO NOS PRIMEIROS PASSOS
Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas aponta a importância da educação na infância

Por Ana Luísa Vieira

Crianças até 6 anos que freqüentaram creches e pré-escolas apresentam, quando adultos, renda mais alta, probabilidade mais baixa de prisão e não dependem de programas de renda patrocinados pelo governo. Estes são os principais resultados de um estudo apresentado nesta quarta-feira, 16, pela Fundação Getúlio Vargas.

Prêmio Nobel de Economia, James Heckman apresentou, em um seminário no Hotel Glória, no Rio de Janeiro, pesquisa realizada em parceria com o brasileiro Flávio Cunha, com coordenação de Marcelo Neri e Aloísio Araújo. “Educação na Primeira Infância” é um trabalho de fôlego realizado em cada um dos 5.500 municípios do País, com rankings e perfis individualizados para cada estado.

Baseado em censos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa oferece três pontos principais, todos disponíveis no site . Além de um extenso banco de dados sobre a freqüência escolar em cada localidade do País, são apontadas as correlações entre os cursos da pré-escola e outras variáveis sociodemográficas, como saúde e habitação. Discute-se, também, as políticas internacionais e nacionais de distribuição de cestas básicas e de transferência de renda.

Entre as curiosidades da pesquisa está a cidade de Pracinha, interior de São Paulo. Com apenas 1.373 habitantes, é o município brasileiro com maior taxa de freqüência em creches entre crianças até 3 anos (59,44%).

Um software interativo, chamado Espelho, é outra seção interessante do site. Ao inserir a combinação de dados (informando se freqüentou pré-escola e creche, escolaridade total, idade), é possível simular o padrão de vida que a criança deverá alcançar.


Clique aqui e confira:

Mapa do Brasil conforme a freqüência na pré-escola, em porcentual

Tabela de freqüência na creche e na pré-escola nos estados.


Confira a reportagem sobre o assunto na edição impressa, que chega às bancas a partir de sexta-feira 18.

Fonte: Revista Carta Capital. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/index.php?funcao=exibirMateria&id_materia=3470. Acesso em: 06 de Dezembro de 2005.



Escrito por Daisy às 14h38
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Aula 1/11/2005

Não compareci a aula neste dia, mas as colegas contaram a novidade. A profe Lica está fazendo um trabalho de assessoria pedagógica para a Secretaria de Educação. Parabéns! Show!  Tomara que esse pessoal abra a cabeça!



Escrito por Daisy às 11h22
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